sexta-feira, 24 de julho de 2009

ATUALIZAÇÕES

 

Mulheres carentes, que se apaixonam fácil, e homens que não prestam, cafajestes...

Estou cercada desses tipos de pessoas por todos os lados, e isso até me leva a crer que a grande maioria das pessoas são assim, pois o nosso círculo de amizades passa a ser nosso referencial, nosso parâmetro, não é?????

Mas na verdade não é bem assim...

O mundo tá cheio de mulheres firmes, decididas, "difíceis", digamos assim, mulheres fortes, independentes, batalhadoras, q NÃO priorizam o amor e o sexo, nem suas vidas giram em torno do ser amado, mas sim em torno da carreira, dos filhos, etc.

São as chamadas, às vezes preconceituosamente, de "feministas".

De outro lado, existem, sim, ainda, homens românticos, honestos, sinceros, trabalhadores também; homens que pagam contas, puxam cadeiras, abrem portas, mandam flores...

Ao menos, nos primeiros encontros, q depois a rotina também acaba com tudo isso.

Ninguém vai ficar abrindo portas, puxando cadeiras nem mandando flores e bombons para mulheres com as quais eles já estão há 10, 20, 30 anos_ exceto em ocasiões especiais.

Diminui a freqüência, mas continua o romantismo.

Há PADRÕES e PADRÕES.

Esse padrão da mulher que já não é nem "feminista", mais; já não é nem mais esse o termo; mas sim a mulher que faz o papel do homem, q é "arrimo de família", que às vezes é até explorada, onde dá-se uma total inversão de papéis, em q a mulher tem q sustentar os filhos e a casa SOZINHA_ como OS HOMENS faziam antigamente; esse padrão eu não aceito e temo muito que vire "moda".

Tudo isso é imposição não dos tempos modernos, mas sim da epidemia de carência feminina.

Mulheres carentes pagam contas, pagam dívidas q não são as suas, pagam a conta do restaurante, da pizzaria, do cinema, do motel, acham q podem "comprar" um "príncipe encantado" ou um "grande amor de suas vidas"; já q a "concorrência" não tá "dando folga", e ainda tentam se justificar: "A coisa tá feia! Ele tá desempregado; não arruma emprego!!!!"

Já virou mesmo clichê a afirmação deste segmento de mulheres, independentes, carentes e solitárias, q dizem: "Tá faltando homem no mercado!"

Algumas ainda acrescentam: "Tá faltando homem QUE PRESTE no mercado!"

São tão exigentes, fazem tantas recusas, e, por fim, acabam se contentando com qualquer coisa; se contentam com pouco por medo da solidão; medo de "não arrumarem" outra pessoa; aceitam essa situação também pra terem uma companhia nas festas, etc.; pra serem iguais às amigas ( não são só as adolescentes q sentem essa necessidade )...

Umas ficam com homens desempregados crônicos e convictos ( e de baixa condição sócio-financeiro-cultural ) e os "bancam"; outras, aceitam ser amantes de homens casados ou comprometidos, também convictos; outras ainda se contentam com casos com chefes, colegas de trabalho, colegas de classe, amigos, etc.

E assim surgem vários estados civis, e vários tipos de relacionamento, também.

Antigamente, existiam 4 estados civis: solteiro, noivo, casado e viúvo.

Depois, "criaram" dois "novos estados civis": "divorciado" ( antigamente era "desquitado" ), e "amasiado".

Mais posteriormente, "criaram" um "novo estado civil": "namorando".

Tem essa opção de estado civil até naquele famoso site de relacionamentos, o "Orkut".

E desde quando "namorando" é estado civil?

Ou se é "solteiro" ou se é "casado"!

Na verdade, nem "noivo" pode ser considerado, de fato, um estado civil.

É q hoje em dia "namoro" inclui sexo em 99% dos casos; além disso, tem homem que fica namorando 8, 10, 14 anos, sem assumir uma situação.

Tenho muitas amigas e conhecidas nessa situação.

Não q eu seja contra isso; é uma situação concreta, real, comum e freqüente nos dias de hoje.

A "geração canguru", q é assunto pra uma outra crônica.

Mas assim foram criados diveeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeersos estados civis: além dos já tradicionais "solteiro", "casado", "noivo", "viúvo", "divorciado", "amasiado" e "namorando", foram criados também outros estados civis, tais como "enrolado", "amante", "ficante", sem falar nos que estão tendo um "trelelê", um "cacho", um "caso", etc.

Haja vocabulário pra definir tantas situações e tantos tipos de relacionamentos diferentes!!!!

Além disso, hoje em dia, é comum "namorados" se chamarem e se tratarem e se referirem um ao outro como "mulher", "esposa", "marido".

São taaaaaantos os estados civis hoje em dia, que a maioria das pessoas pensa dez vezes antes de falar o seu.

Por isso, prefiro continuar falando à moda antiga: "solteiro", "casado", "separado" ou "viúvo"....

E já está de bom tamanho!!

O restante dos estados civis... Não dá nem para reconhecer como tal. Melhor dizer "solteiro" e pronto. É o que eu faço.



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"Plante amor e paz e a vida lhe trará colheita de paz e amor." [Chico Xavier]
  
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''O ESSENCIAL Ñ É O TAMANHO DO BEM QUE SE QUEIRA E,SIM, O TAMANHO DO BEM QUE SE DECIDA A FAZER''.


"Não tenha medo de ir devagar; só tenha medo de ficar parado!"






Bjs,

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